Domingo, Setembro 10, 2006

 

Como guardamos Dança?

Este é um espaço aberto para todos que queiram contribuir com este debate.

Porque guardar dança?

Qual a Importância de guardar?

Como guardar?

Quinta-feira, Maio 11, 2006

 

Adriana Grechi colabora

Dança contemporânea, aquela que tem como procedimento pesquisa de linguagem, não tem mercado. Não tem mercado (entre outros fatores) porque o principal não é criar produtos. Processos não são rápidos. Nem facilmente descartáveis. Quem quer comprar processos? Além do mais não criamos nada completamente novo (sabemos que não é possível). Reciclamos idéias. Copiamos e queremos ser copiados. Queremos ser remixados. Quem sabe assim outros significados possam surgir? Quem sabe assim existiremos um pouco mais? Queremos espalhar idéias...Idéias incorporadas.
Se não há mercado não tenho o quê proteger.
Estratégia de sobrevivência em ambiente desfavorável: ser copiado, ser remixado.

 

Lu e Margo colaboram

Algumas questões levantadas por nós durante o processo “in situ”

Que novas informações conseguem encontrar, no corpo, um lugar para existir em sua similaridade e se manifestar?
Quais são as direções desses movimentos?
Quais as novas direções que estes outros “estados corporais” podem seguir com a reorganização, uma vez que o ambiente foi modificado?
Como podemos, através de um processo de aprendizado, que passa por um condicionamento corporal, fazer do corpo um ambiente de inscrições utilizando a dança como linguagem?

Quarta-feira, Maio 10, 2006

 

Ronaldo Lemos colabora






Creative Commons, Mídia e as Transformações da Propriedade Intelectual (trechos)

Coordeno no Brasil o projeto Creative Commons. O nome é complicado. "Commons", em inglês, significa pedaço de terra dedicada ao uso comum. Por exemplo, em Boston existe o “Boston Common”, a praça central da cidade. No Brasil, não há tradução perfeita para o termo, com exceção do nordeste. Lá se fala na "solta", lugar onde o gado é criado livremente, por qualquer um. Esse tipo de engenho lingüístico torna possível um processo de tropicalização do nome projeto. Do mesmo modo que o rap “Whoomp! There it is” no Brasil virou “utererê”, talvez o Creative Commons ganhe um apelido brasileiro. O Ministro Gilberto Gil já se refere a ele como "licença criativa", um primeiro sinal de transformação.

Essa característica de transformar criativamente elementos culturais, nossos e de outras culturas, é um dos elementos que definem nossa identidade. É assim que maracatu vira mangue-bit e o brega se transforma em tecnobrega. É esse tipo de liberdade criativa, de acesso, diálogo e transformação da cultura que o Creative Commons quer ampliar.

(...) Mudanças legais levaram a uma ampliação sem precedentes históricos dos direitos da propriedade intelectual. Isto traz vários problemas. Em primeiro lugar, deturpam a razão própria de existir do direito autoral: incentivar a criação de novas obras, remunerando os autores, e maximizar a circulação das obras na sociedade. Ambos objetivos são contrariados, pois tais mudanças protegem muito mais os intermediários do que os autores, já que reduzem canais e aumentam os custos de circulação das obras. Com as transformações dos últimos anos, o direito autoral está se transformando, sobretudo, em ferramenta de entrincheiramento para salvaguardar modelos de negócio obsoletos e garantir que a Internet reproduza a estrutura do mercado de conteúdo e mídia existente.

Nesse contexto, a proposta do Creative Commons é simples: criar um universo de bens culturais que possam ser acessados ou transformados, de acordo com a autorização voluntária do autor. Isto é feito através de uma série de licenças de direito autoral que funcionam como uma caixa de ferramentas para o criador. Através delas, um autor de um filme ou canção pode dizer ao mundo que ele não se importa com alguns usos do trabalho dele, enquanto mantém reservados todos os outros direitos autorais sobre a obra. A força motriz da iniciativa é voluntária: só participa do Creative Commons quem quiser, só autoriza alguns usos da obra quem quer.

O mote é trazer de volta a possibilidade natural de compartilhamento das idéias, que se esvai com as recentes modificações na legislação. Tudo para garantir a existência de um universo cultural comum com obras livres para serem acessadas, compartilhadas, redistribuídas e, se o autor permitir, também modificadas.

Ronaldo Lemos é mestre em direito pela Universidade de Harvard e doutor em direito pela USP. É diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro (www.direitorio.fgv.br) e um dos fundadores do Overmundo (www.overmundo.com.br).

Terça-feira, Maio 09, 2006

 

Xavier le Roy colabora

I like to think that each choreographic project create, requires, or
think about the qualities or kind of relationships between interprets and choreographers it wants to work with. I think that relate to the choice of methodology the projects want to use or explore.

Segunda-feira, Maio 08, 2006

 

Vanilton Lakka colabora 2

Questões...

1 - Um coreógrafo que cria para um grupo e também atua como intérprete na mesma coreografia é um Coreógrafo-Intérprete ou apenas uma Coreógrafo que é também um Intérprete?

2 - Será que quando comecei a Dançar de Rua com meus próprios grupos e dançando coreografias que eu mesmo criava não apenas para mim eu já era um Coreógrafo-Intérprete? Se existi uma diferença, qual seria?

3 - Existi uma diferença entre um Coreógrafo e Intérprete e um Coreógrafo-Intérprete?

4 - Qual a interferência que uma formação em grupos de Dança de Rua pode ter exercido na minha elaboração hoje como Coreógrafo-Intérprete, considerando que a maioria das pessoas que compõe o universo da Dança Contemporânea tiveram seu inicio na Dança Clássica e dentro de uma academia/escola de dança?

 

Vanilton Lakka colabora

Coreógrafo-Intérprete?

Por Vanilton Lakka

Tenho refletido a algum tempo sobre está questão, e um dos pontos de apoio desta reflexão tem sido minha própria história na dança. Comecei a dançar Dança de Rua com 14 anos em Uberlândia, logo criei meu próprio grupo e todas as coreografias eram montadas por mim e por alguns amigos - este processo era comum na cidade. Depois de alguns anos dentro deste formato, comecei a freqüentar escolas de dança e nesse novo ambiente tive contato com outras técnicas de dança como o Ballet, o Jazz e aulas fragmentadas de técnicas de Dança Moderna, no entanto, não perdi o contato com o universo da Dança de Rua, já que a minha intenção era melhorar minha formação para melhorar meu desempenho na Dança de Rua e não me tornar um bailarino clássico.
A partir do momento que tive contato com o universo da escola de dança a minha dança mudou, não queria mais criar coreografias de Dança de Rua como concebia antes, mas também não me identificava com o que era produzido nas academias de dança. A solução encontrada foi a Dança Contemporânea, eu e alguns amigos que traziam o mesmo histórico fundamos o Werther – Pesquisa de Dança, um grupo de dança composto apenas por homens oriundos da Dança de Rua que pretendiam fazer uma Dança Contemporânea que contivesse os aspectos técnicos presentes na formação de Dança de Rua dos membros do grupo, através de um processo de criação coletiva, ou seja, eu (assim como os outros) tinha uma interferência muito grande não apenas no que eu executava, mas também sobre a estrutura das obras.
O grupo fundado em 1997 existiu até 2002, após a sua dissolução me concentrei em dar aulas e criar trabalhos para outros grupos, além disso, iniciei uma carreira solo, como coreógrafo-intérprete-solista que resultou desde 2003 em quatro trabalhos, além disso voltei a trabalhar com grupos e sempre que interpretava uma obra de um outro coreógrafo este se apropriava da minha formação técnica diferenciada.

 

Jonathan Burrows colabora

‘Hands’ (1994)
Film maker: Adam Roberts
Choreographer and performer: Jonathan Burrows
Composer: Matteo Fargion
Lighting: Jack Hazan

‘Hands’ was made as part of a season of short dance films for the BBC in 1994.

The idea was to make something that could only be seen on television, a pair of hands.

The original idea was to have a musician sight-read a ‘score’ for the dance live on camera. The composer Matteo Fargion wrote a piece of music and substituted gestures for notes. Later it was decided to make the dance more physically complex, and the final film was performed by a dancer.

The music was written seperately, and any coincidence of movement and music is serendipity.

The film was shot in one long take on 35mm film.

‘The Stop Quartet’ (1996)
Film maker: Adam Roberts
Choreographer: Jonathan Burrows
Composers: Kevin Volans and Matteo Fargion
Lighting: Michael Hulls
Performers: Jonathan Burrows, Henry Montes, Fin Walker and Kate Gowar

‘The Stop Quartet’ was made as a stage performance and subsequently filmed. It took as its starting point the idea that each element, dance, music, light and film, should have holes cut in it through which you would see and hear the other layers.

The dance was built from a score using a kind of African music notation, that highlights the counterpoint between the different parts.

The idea was to arrive at a formal means to an informal end. The movement ends up allowing also a lot of freedom and flow in the body, and in choices of relationship, timing and space.

The underlying principal is to create a dance where each performer must do their own thing completely, and at the same time give it all up to the person next to them. The music of the counterpoint lies between the performers, who experience a rich sense of sharing.

‘Both Sitting Duet’ (2002)
Film maker: Adam Roberts
Choreographers and performers: Jonathan Burrows and Matteo Fargion

‘Both Sitting Duet’ was made by choreographer Jonathan Burrows in collaboration with composer Matteo Fargion. The piece is a direct translation, note for note and bar for bar, of the piece ‘For John Cage’ by the American composer Morton Feldman. What was music becomes a gestural language. The audience often remarks of the performance that they ‘hear’ music in the silence. The Feldman score is not usually mentioned directly in relation to the piece so as not to put off people who don’t know the original music.

‘Both Sitting Duet’ has just had its 76th performance, having travelled to 17 countries and won a New York Dance and Performance ‘Bessie’ Award.

Obs: Para aqueles que querem participar, manteremos a língua materna dos coreógrafos para ampliar nossa possibilidade de debate. Para os que não são familiares com o inglês, sugerimos juntar amigos e tentar traduzir juntos.

Terça-feira, Abril 18, 2006

 

Programação da mostra

M o s t r a “ M e m ó r i a d a d a n ç a n o O l h a r ”

Programação - Vídeos e Debates

Dia 23 de maio – terça-feira
Abertura

H a l l 2 a n d a r
20h
Coquetel de Abertura
Performance sobre a Memória – Daniele do Rosário

Dia 24 de maio – quarta-feira
O Legado em curso

12h - 14h - 16h (a programação é a mesma)
Publique (2004) – Mathilde Monnier
Mathilde Monnier: representa o “boom” da dança na França nos anos 80, ao mesmo tempo que inova a linguagem e os modos de pensar a dança contemporânea.
Os Sonhos (1994) - Grupo Stagium
O Grupo Stagium é um marco na história da cidade, por sua inovação e representatividade quando se fala na dança da cidade de São Paulo.

19h30
Debate - o que é precisamente um legado na dança?
Nirvana Marinho
É marcado por pessoas, fatos, obras ou a somatória de muitas destes acontecimentos? Como se dá um marco divisor de águas na história da dança? E as contaminações e influências, de que modo elas atuam no contexto dos centros artísticos?


18h
A vida na pele – René Gumiel (2005) - produzida por Inês Bogéa e Sérgio Roizenblit
A bailarina René Gumiel, dedicou a vida à dança e ajudou a modernizá-la no Brasil, nos anos 70, no Teatro de Dança Galpão, no Ballet Stagium e no Balé da Cidade de São Paulo. Nascida na França há 92 anos, ela agora aparece no documentário René Gumiel – A Vida na Pele.

Dia 25 de maio – quinta-feira
Novos, Híbridos e outros

12h
Imagem (2005) - Marcela Levi
Uma dança bem perto da performance, Marcela Levi torna necessário pensar no corpo feminino na dança contemporânea brasileira.
In situ (2002) - Lu e Margô
Com uma imagem de cena muito refinada, a dupla mineira vem trabalhando o corpo e com métodos de pesquisa diferenciados.

14h
Trio (2005) - Tiago Guedes
Com um tratamento plástico da cena, a dança do português Tiago Guedes é uma revelação que redefine os modos de recontextualizar o corpo.
In situ (2002) - Lu e Margô
Com uma imagem de cena muito refinada, a dupla mineira vem trabalhando o corpo e com métodos de pesquisa diferenciados.

16h
Non donne par l’auteur (2004) - Jerome Bel
Seus trabalhos vem sendo marcados pela reflexão e crítica unidas a uma forma de repensar a dança.

18h
Hands (1994), The Stop Quartet (1996) e Both Sitting Duet (2002) -
Jonathan Burrows
Coreógrafo inglês é, atualmente, uma figura importante da dança na Europa para repensar modos de improvisação em cena.

19h30
Debate - Quem são os novos do novo século?
Marcela Benvegnu
Onde eles se situam? Como eles se relacionam? De que forma eles atuam no mercado? Em que tipo de projetos de criação eles fazem seu percurso artístico e crítico? Ao vê-los, como a dança contemporânea vem se redefinindo?


Dia 26 de maio – sexta-feira
Direitos Autorais

18h
Porque nunca me tornei um Dançarino (2004) – Núcleo Artérias de Adriana Grechi
Uma coreógrafa engajada com questões da dança e particularmente aberta a divulgar e ampliar o acesso a seus trabalhos através desta iniciativa de uma videoteca pública. O que sua obra reflete sobre isso?

19h30
Palestra – Novas Possibilidades dos Direitos Autorais
Ronaldo Lemos
Renomado advogado coordenador da Creative Commons no Brasil, assim como é responsável por um novo pensamento em direitos autorais.

Dia 27 de maio – sábado
Coreógrafos –Intérpretes

12h
“De....va..gar” (2004) - Vanilton Lakka
Dançarino que vem se preocupando em pensar seu fazer, em atuar refletindo uma prática reflexiva, tanto na criação de solos como na divulgação de artigos na área.

14h
Pressa (2000) – Cristian Duarte
Coreógrafo paulista, também com experiência internacional, mas que se define por uma atuação crítica do próprio lugar que ele ocupa.

16h
Decor (2004)– Denise Stutz
Coreógrafa carioca que, depois de muitos anos dançando em companhias renomadas (O Corpo, Lia Rodrigues cia. de danças), apresenta seu solo que justamente repensa seu lugar no mundo.

19h30
Debate – Quem são hoje os coreógrafos-intérpretes
Quadra Pessoas e Idéias - Ariane Sampaio e Thiago Alexandri
Quem são estas figuras hoje que carregam este nome já estabelecido ou quase banalizado: os coreógrafos-intérpretes? Do que se trata realmente? O que significa hoje um coreógrafo que não é intérprete ou um intérprete que não coreógrafa? Qual é o limite destas “funções”? Como elas se relacionam entre si? Quais são os modos de atuação possíveis deste tipo de profissional?

18h
Project (2004) - Xavier le Roy (trechos do vídeo)
Em Project, o coreógrafo francês radicado em Berlim convida 14 coreógrafos para pesquisar métodos de criação e subversão de regras para uma dança. Um projeto.

Dia 28 de maio – domingo
Permanência e Duração – o que faz uma companhia surgir e desaparecer?

12h
C.Wlap de Patrícia Werneck e Luiz de Abreu - Lar doce lar (1998)
14h
C.Wlap de Patrícia Werneck e Luiz de Abreu – Sonhos Quebrados (2001)
Vídeo-registro realizado pelo Rumos Itaú Cultural Dança.
Videomaker: Tamara K
16h
C.Wlap de Patrícia Werneck e Luiz de Abreu - Lar doce lar (1998)

A dupla mineira de Belo Horizonte, Patrícia Werneck e Luiz de Abreu, começaram em São Paulo a desenvolver uma prática da pesquisa coreográfica de uma linguagem entre dança e teatro. Em 1997, estabeleceram a cia. C.WlapKróclin.dança.
Os solos "A mulher que perdeu a cabeça" e "Travesti" fazem parte da linguagem desenvolvida pela dupla. A separação aconteceu em 2004, ambos desenvolveram projetos diferentes para edição 2 do Rumos Dança Itáu Cultural.


17h30
Movimento expressivo - Klauss Vianna (2004) produzido por Inês Bogea e Sérgio Roizenblit
Klauss Vianna, também iniciativa de documentário recente, não somente mostra a necessidade de repensarmos nossa memória tão atual e tão disseminada, como também demonstra algo típico na dança: surge, tem um impacto e “some, desaparece”. Como fazer jus a relevância histórica de Klauss Vianna na dança brasileira?

18h30
Debate – o que faz uma companhia surgir e desaparecer?
José Renato
O que provoca, por outro lado, algo desaparecer? Quanto tempo dura um trabalho, nome ou tema influente em um contexto artístico? Como eles se situam na história como um todo?

Segunda-feira, Março 13, 2006

 

Mostra - Memoria da Danca no Olhar

Na Galeria Olido, São Paulo, de 23 à 28 de maio de 2006. Discutir mapas da dança, na história, na memória.

 

Videoteca Corpo Rastreado

O projeto “Videoteca Corpo Rastreado” consiste na organização, digitalização e disponibilização pública de uma videoteca especializada em dança através da Associação Corpo Rastreado, organização sem fins lucrativos.

A missão desta iniciativa é disponibilizar o conhecimento de dança para o maior número de pessoas em um espaço acessível ao público. O potencial transformador deste projeto se encontra diante de uma realidade das artes que busca evidenciar a necessidade da troca efetiva do conhecimento e da circulação dos bens culturais, sobretudo no universo da dança.

Iniciativa deste porte – público, sem fins lucrativas e gratuita – é inédita no país deste e o objetivo é criar um panorama das danças para profissionais de pesquisa, ensino e criação, compondo um cenário da produção nacional e internacional, entendendo a dificuldade de rastrear a dança ao longo do tempo. Uma vez que não existe no Brasil um lugar que reúna uma videografia em dança, A Associação Corpo Rastreado contará com estrutura para coletar os materiais, terá condições e competência para organizar curadoria e eventos, procurando assim incentivar a prática do estudo em vídeo. Acreditamos que, ao contextualizar nosso conhecimento na linha do tempo, poderemos dimensionar as práticas artísticas da área contribuindo assim com a pesquisa, o ensino e a produção da área no país. Tendo tais atividades em vista, os resultados previstos são expandir e reverberar este conhecimento pelos cantos do Brasil e do mundo.

A especialidade desta videoteca é a dança profissional brasileira. Também faz parte do acervo desta videoteca artistas internacionais com os quais temos parcerias estabelecida. A meta é reunir, no Brasil, a maior quantidade possível de trabalhos em vídeo. Posteriormente, pretende-se distribuir as fitas brasileiras coletadas também para os outros centros de pesquisa e ensino na Europa, América Latina e Estados Unidos.

Este projeto preocupa-se com as relações de direitos autorais segundo a legislação vigente, salvaguardando o material conforme autorização do artista. Não fará parte desta videoteca nenhum trabalho sem permissão prévia do criador.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?